segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Coisas Simples

Tão simples esse tal
abraço, mas cura uma infinidade de males, principalmente quando vem daquela
pessoa que mais amamos. Trás uma sensação de segurança e ao mesmo tempo de
medo. Medo do que acontecerá quando esse abraço “acabar” e cada um tiver de ir
para o seu lugar, sua casa, ou o que seja… Dá um medo enorme de pensar que
amanhã, não poderemos mais sentir este abraço, que quem vê de fora, acha que é
como todos os outros. Porque o abraço bom é aquele que deixa uma sensação de
conforto, segurança, alegria e com a plena certeza de que nada poderá destruir
aquele momento. Abraço bom, resumindo, é aquele que vem das pessoas que amamos,
mesmo que seja por cinco segundos.
Pessoa certa?
Não existe a pessoa perfeita pra você, não existe destino e nem
alma gêmea. Existe alguém que quando você a encontrar, vai te fazer sentir uma
pessoa melhor. Vai te dar novos motivos pra viver, vai te aceitar, do jeito que
você é, e mesmo que tudo pareça complexo, ela vai estar lá segurando sua mão.
Você não vai precisar exigir amor, e nem agir como outra pessoa, não vai ter
insegurança e nem discórdia. E você não vai precisar procurá-la, pois é ela
quem vai te encontrar.
Conversa entre duas crianças

— E aí véio?
— Beleza cara?
— Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
— Quer conversar sobre isso?
— É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror sabe?
— Como assim?
— Por exemplo: há alguns dias antes de dormir ela veio com um papo doido aí. Mandou dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci já me viu mexer com alguém?
— Nunca.
— Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu estava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
— Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
— Quer conversar sobre isso?
— É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror sabe?
— Como assim?
— Por exemplo: há alguns dias antes de dormir ela veio com um papo doido aí. Mandou dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci já me viu mexer com alguém?
— Nunca.
— Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu estava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
— Como assim véio?
— Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear.
Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois
tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu
sou filho da vizinha. Só pode!
— Calma maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
— Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
— Tipo o quê?
— Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
— Caramba! Mas por que ela fez isso?
— Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
— Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
— E sabe a Francisca ali da esquina?
— A Dona Chica? Sei sim
— Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
— Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
— Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe mesmo... Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
— Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.
— Mas é ruim saber que o casamento deles não está dando certo... Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele passar desfilando e tal.
— Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
— Calma maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
— Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
— Tipo o quê?
— Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
— Caramba! Mas por que ela fez isso?
— Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
— Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
— E sabe a Francisca ali da esquina?
— A Dona Chica? Sei sim
— Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
— Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
— Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe mesmo... Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
— Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.
— Mas é ruim saber que o casamento deles não está dando certo... Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele passar desfilando e tal.
— Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
—
É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala
algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo, ela disse que a vizinha cria
perereca na gaiola... jáviu... essa rua só tem doido...
— Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
— É mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.
— Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
— É mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.
NÃO E COMIGO
NÃO
E COMIGO
Esta e uma historia sobre quatro
pessoas:
TODO MUNDO QUALQUER UM ALGUEM
NINGUEM
Havia um importante trabalho a
ser feito e TODO MUNDO tinha certeza de que ALGUEM o faria.
QUALQUER UM poderia tê-lo feito,
mas NINGUEM o fez.
ALGUEM zangou-se porque era um
trabalho de TODO MUNDO.
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM
poderia faze-lo, mas NINGUEM imaginou que ALGUEM deixasse de faze-lo.
Ao final TODO MUNDO culpou ALGUEM
quando NINGUEM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Ás vezes penso que é loucura gostar tanto de uma pessoa assim. Eu já acordo pensando em você, e tudo que faço me faz lembrar você. Antes de dormir só faço planos pra nós dois, e em meus sonhos eu posso te encontrar. E eu ouço aquela música que faz lembrar a gente, só pra te ter mais perto de mim. Eu conto as horas pra te ver. E me da um frio na barriga só de imaginar você aqui comigo. Eu te confesso que tenho medo de te perder, até porque quem gostaria de perder sua vida? E ás vezes na sala de aula, me pego pensando em você. Eu só quero saiba que eu te amo demais, e peço a Deus pra abençoar a nossa história.
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